{"product_id":"atividade1-oficina-servico-social-e-formacao-profissional-51-2026","title":"ATIVIDADE1 - OFICINA SERVIÇO SOCIAL E FORMAÇÃO PROFISSIONAL 51_2026","description":"\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/wa.me\/5518981218965?text=Ol%C3%A1!%20Quero%20saber%20mais%20sobre%20esta%20atividade:%20%0A%0A*ATIVIDADE1%20-%20OFICINA%20SERVI%C3%87O%20SOCIAL%20E%20FORMA%C3%87%C3%83O%20PROFISSIONAL*\" target=\"_blank\" style=\"display: inline-block; background: #25D366; color: #fff; padding: 12px 20px; border-radius: 5px; text-decoration: none; font-weight: bold; margin-top: 15px;width:100%;text-align:center\"\u003eClique Aqui e Compre pelo Whatsapp\u003c\/a\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003cdiv style=\"text-align:center\"\u003e\u003cu\u003e\u003cstrong\u003e Da Caridade à Profissão: Rupturas Necessárias:\u003c\/strong\u003e\u003c\/u\u003e\u003c\/div\u003e\r\nAcompanhe a história fictícia a seguir:\r\n\r\n\u003cp style=\"text-align:justify\"\u003eCasa Santa Luzia é uma instituição filantrópica tradicional (legalmente constituída) criada por um grupo religioso na década de 1960, em uma comunidade de baixa renda. Sua missão sempre foi “acolher e ajudar os mais necessitados”. Durante muitos anos, a atuação da instituição era baseada em doações de alimentos, roupas e visitas fraternas realizadas por voluntárias da igreja local.\u003cbr\u003e\r\nCom o passar dos anos, a demanda da comunidade aumentou. Famílias chegavam à instituição com problemas complexos: desemprego, violência doméstica, dificuldade de acesso a serviços públicos, ausência de documentação, crianças fora da escola e insegurança alimentar crônica.\u003cbr\u003e\r\nDiante disso, a instituição decidiu contratar uma assistente social — Ana — acreditando que ela pudesse “continuar o trabalho de ajuda” e organizar melhor a entrega de doações.\u003cbr\u003e\r\nNo entanto, quando Ana começou, percebeu várias situações preocupantes:\u003c\/p\u003e\r\n\r\n\u003cp style=\"margin-left:40px; text-align:justify\"\u003e* As doações eram entregues mediante critérios morais (“merece ou não merece”).\u003cbr\u003e\r\n* Algumas voluntárias registravam quem “comportava-se bem” para ganhar mais cestas.\u003cbr\u003e\r\n* Os atendimentos eram baseados em conselhos comportamentais e julgamentos.\u003cbr\u003e\r\n* Não havia registros técnicos, fluxo de atendimento ou articulação com a rede pública.\u003cbr\u003e\r\n* Muitos problemas sociais complexos eram tratados somente com orientações religiosas e cesta básica.\u003c\/p\u003e\r\n\r\n\u003cp style=\"text-align:justify\"\u003eQuando Ana tentou implementar mudanças — como prontuários, entrevistas, articulação com o CRAS e encaminhamento para serviços formais previstos na Política Nacional de Assistência Social (PNAS), Política Nacional de Saúde (PNS) entre outros —, alguns voluntários resistiram, dizendo:\u003c\/p\u003e\r\n\r\n\u003cp style=\"margin-left:40px; text-align:justify\"\u003e\u003cem\u003e“Aqui a gente ajuda por amor, não precisa dessa burocracia”.\u003cbr\u003e\r\n“O pobre não pode ficar dependendo do governo, tem que aprender a se comportar”.\u003cbr\u003e\r\n“Você complica o trabalho simples que sempre fizemos”.\u003cbr\u003e\r\n\"Você que é assistente social deveria ajudar, e não dificultar\".\u003c\/em\u003e\u003c\/p\u003e\r\n\r\n\u003cp style=\"text-align:justify\"\u003eAna percebeu que o modelo assistencialista baseado na caridade estava dificultando o enfrentamento das desigualdades e limitando a atuação técnica e ética do Serviço Social.\u003cbr\u003e\r\nAgora ela precisa apresentar uma proposta de reorganização da prática institucional para romper com o modelo moralizante e aproximar a instituição de uma lógica de direitos, alinhada às Políticas Públicas e sociais e ao projeto ético-político do Serviço Social.\u003cbr\u003e\r\n \u003c\/p\u003e\r\n\r\n\u003cp style=\"text-align:center\"\u003e\u003cstrong\u003e\u003cu\u003eAtividade:\u003c\/u\u003e\u003c\/strong\u003e\u003c\/p\u003e\r\n\r\n\u003cp\u003eCom base no estudo de caso apresentado e nos temas 1 e 2 do livro \u003cem\u003eServiço Social e Formação Profissional\u003c\/em\u003e, produza um texto discursivo (de, no máximo, 30 linhas) explicando:\u003c\/p\u003e\r\n\r\n\u003cp\u003eA) \u003cstrong\u003ePor que\u003c\/strong\u003e o modelo caritativo\/moralizante é insuficiente para responder às demandas sociais atuais.\u003cbr\u003e\r\nB) \u003cstrong\u003eQuais mudanças\u003c\/strong\u003e a assistente social deve propor para transformar a prática institucional em uma atuação baseada em direitos.\u003cbr\u003e\r\nC) \u003cstrong\u003eComo \u003c\/strong\u003eo Serviço Social contemporâneo rompe com práticas assistencialistas e se fundamenta em princípios críticos e profissionais.\u003cbr\u003e\r\n​\u003c\/p\u003e\r\n\r\n\u003cp style=\"text-align:center\"\u003e\u003cu\u003e​\u003cstrong\u003eOrientação para Construção do Texto Dissertativo:\u003c\/strong\u003e\u003c\/u\u003e\u003c\/p\u003e\r\n\r\n\u003cp\u003e\u003cstrong\u003eA) INÍCIO\u003c\/strong\u003e – Apresentação da problemática (5 a 7 linhas): apresente a situação da instituição e contextualize a caridade, o assistencialismo e a moralização como práticas históricas. Mostre que essas práticas não dão conta da complexidade da questão social contemporânea.\u003cbr\u003e\r\n\u003cstrong\u003eB) MEIO – \u003c\/strong\u003eAnálise crítica fundamentada (15 a 18 linhas): explique por que o modelo caritativo é insuficiente diante das demandas estruturais. Descreva quais mudanças profissionais Ana deve propor. Mostre as contradições institucionais e os desafios para essa ruptura.\u003cbr\u003e\r\n\u003cstrong\u003eC) FIM – \u003c\/strong\u003eSíntese e conclusão propositiva (5 a 7 linhas): conclua reforçando a importância da atuação crítica e profissionalizada. Aponte como a ruptura com a caridade fortalece a defesa dos direitos sociais. Finalize com uma posição clara sobre o papel contemporâneo do Serviço Social.\u003cbr\u003e\r\n​\u003c\/p\u003e\u003cbr\u003e\u003cbr\u003e\u003ca href=\"https:\/\/wa.me\/5518981218965?text=Ol%C3%A1!%20Quero%20saber%20mais%20sobre%20esta%20atividade:%20%0A%0A*ATIVIDADE1%20-%20OFICINA%20SERVI%C3%87O%20SOCIAL%20E%20FORMA%C3%87%C3%83O%20PROFISSIONAL*\" target=\"_blank\" style=\"display: inline-block; 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